RATO COMENDO TODDY E PREÇO SALGADO VIRAM POLÊMICA NAS REDES: “O CHOQUE FOI MAIS COM OS R$ 22,99 DO QUE COM O ROEDOR”

VÍDEO POSTADO NO TIKTOK DENUNCIA FALTA DE HIGIENE NO SEMAR SUPERMERCADOS DE BERTIOGA, MAS É O PREÇO DO ACHOCOLATADO QUE ROUBA A CENA

📹🐀 RATO COMENDO TODDY NO SEMAR CHOCA MENOS QUE O PREÇO: R$ 22,99!
Uma moradora de Bertioga flagrou um rato comendo achocolatado na prateleira do Semar Supermercados e postou no TikTok. O vídeo bombou: mais de 200 mil visualizações em 1 dia! Mas o que mais chocou os internautas foi o preço do Toddy: R$ 22,99. 🤯🗣️ “O rato tá certo, por esse preço aí ele quer é aproveitar”, comentou um seguidor.🤢 Outros lembraram que não é o primeiro caso: em março, baratas também foram filmadas no mercado.A Vigilância Sanitária disse que vai apurar, e o Semar afirmou que reforçou a limpeza. Mas fica o alerta: denuncie situações como essa! Higiene não é favor, é obrigação.🛑 Segurança alimentar é coisa séria. E você, vai só rir ou vai cobrar respeito?#Bertioga #SupermercadoSemar #RatoNoMercado #PreçoDoToddy #FiscalizaçãoJá #SegurançaAlimentar #Viral #VigilânciaSanitária #Comportamento #Denuncie

BERTIOGA — Uma cena inusitada e preocupante tomou conta das redes sociais nesta semana: um rato foi flagrado se deliciando com um Toddy na prateleira do Semar Supermercados, em Bertioga. O vídeo, postado no TikTok por uma moradora da cidade, Joyce Helena, ultrapassou 200 mil visualizações em menos de 24 horas e causou um rebuliço na internet. Mas o que mais chocou muita gente não foi o rato em si. Foi o preço do achocolatado.

“R$ 22,99 no Toddy? Esse rato aí tá é investindo em alimentação de luxo!”, comentou um internauta. Outro foi mais direto: “O absurdo é cobrarem 23 contos num Toddy! O rato tá só vivendo o sonho brasileiro”.

O vídeo mostra claramente o roedor se alimentando do produto em exposição — uma grave falha de higiene para qualquer estabelecimento que lida com alimentos. Mas, nas redes sociais, os comentários escandalizados com o valor do produto praticamente abafaram a discussão sanitária. Para muitos, o rato virou coadjuvante da história.

A situação, que inicialmente circulava apenas entre os moradores de Bertioga, ganhou repercussão estadual após ser publicada nesta sexta-feira (6) pelo jornal A Tribuna, um dos maiores veículos de comunicação da Baixada Santista.

Joyce contou ao jornal que levou um susto com o flagrante. “É muito chocante ver um rato ali, no meio da prateleira, se alimentando como se estivesse em casa”, disse.

Mas não para por aí.

No fim de março, outro cliente já havia denunciado um cenário parecido no mesmo supermercado: um vídeo mostrando baratas caminhando livremente pelo setor de congelados. Na legenda, o cliente escreveu, indignado:

“Isto foi hoje, fui comprar um espeto Swift dentro do Semar Bertioga. Que coisa feia, cheio de baratas! Isto quando não encontramos 🐀 ratos nos corredores. Cadê o ADM deste mercado?

”A reincidência levanta uma pergunta inevitável: até quando cenas assim serão tratadas como “casos isolados”?

🪳 Baratas no Semar Bertioga!Vídeo gravado em 24 de março mostra infestação no setor de congelados. Clientes denunciam: “Quando não são ratos, são baratas!” 😷#SemarBertioga #Baratas #HigieneJá #Fiscalização #Bertioga2025

A GRAVIDADE POR TRÁS DA ZOEIRA

Apesar do tom cômico de muitos comentários, o caso é sério — e merece atenção da população e das autoridades. Ratos e baratas em ambientes de venda de alimentos representam um risco direto à saúde pública. Esses animais são vetores de doenças como leptospirose, salmonelose e outras infecções perigosas.

A Vigilância Sanitária de Bertioga informou ao jornal que, embora não tenha recebido denúncia formal sobre o caso do rato, as providências necessárias já foram tomadas e que as fiscalizações no município são feitas de forma constante.

Já o Semar Supermercados, em nota enviada à imprensa, declarou que “o protocolo de controle em vigor é baseado em métodos progressivos reconhecidos pela legislação sanitária” e que, “independente das medidas já implementadas, a companhia reforçou as ações de monitoramento e sanitização na loja”.

Ainda segundo o mercado, a segurança alimentar e a satisfação dos clientes “sempre foram prioridades”.

O QUE O CONSUMIDOR PODE (E DEVE) FAZER

Diante de uma situação como essa, o consumidor não pode apenas registrar a cena e seguir a vida. É essencial denunciar formalmente o caso à Vigilância Sanitária do município e, se necessário, ao Procon. Além disso, é direito do cliente exigir explicações e medidas concretas por parte do estabelecimento.

Não se trata apenas de um episódio bizarro ou de um meme passageiro. Trata-se da saúde da população e da responsabilidade de empresas que lucram alto vendendo alimentos ao público. Se o consumidor não cobrar, a conta (literal e sanitária) chega — e quem paga somos todos nós.

UM ALERTA CAMUFLADO EM RISADAS

O vídeo do rato comendo Toddy viralizou, virou piada e gerou memes, mas por trás do riso está um alerta grave. Enquanto uns se espantam com o preço do achocolatado e outros ironizam o “paladar refinado” do roedor, o mais importante não pode ser esquecido: o respeito ao consumidor e às normas de higiene deve ser prioridade.

A pergunta que fica é: você vai continuar rindo… ou vai começar a exigir mais respeito e segurança alimentar?

Leia sobre o caso no jornal A Tribuna acessando este link: https://glo.bo/45cZjMe